“Não é sobre velocidade. É sobre direção. O caminho para as estrelas não está à frente... está acima.”
Há quase 15 anos, em um momento de introspecção profunda, tive um insight que mudou completamente minha forma de enxergar o universo, o espaço, os OVNIs e o nosso próprio lugar na realidade cósmica. E, desde então, venho carregando comigo – literalmente – a representação dessa visão: um desenho guardado na minha carteira, intacto pelo tempo, como um lembrete silencioso de algo muito maior.
Estávamos todos olhando na direção errada.
Enquanto as agências espaciais se concentram em desenvolver propulsores mais rápidos, rotas entre planetas e motores capazes de vencer a luz, uma simples pergunta me atravessou como um raio:
E se a resposta não estiver em ir para frente, mas em subir?
E se o segredo não for a velocidade, mas sim a direção correta dentro da estrutura do universo?
Foi aí que tudo fez sentido.
Naquele momento, visualizei o universo como uma grande malha tridimensional. Um mapa flutuante. E entendi que, ao subirmos acima dele — para fora da malha de espaço-tempo — poderíamos olhar tudo de cima, como um navegador visualiza um mapa antes de escolher para onde ir.
E o mais impressionante: isso explicaria completamente os OVNIs.
A ciência já estuda há décadas os buracos de minhoca, as dobras no espaço-tempo, e os campos gravitacionais que teoricamente permitiriam "atalhos" no universo. Mas o que poucos ousam dizer — ou sequer perceberam — é que talvez esses atalhos não estejam à frente de nós... mas acima.
Acima da gravidade. Acima da radiação. Acima da densidade da nossa dimensão.
Lá onde o tempo e o espaço se tornam... opcionais.
Se formos capazes de atingir esse ponto de visão superior, sair do campo gravitacional que ancora tudo em nossa realidade, talvez possamos navegar para qualquer ponto do cosmos instantaneamente. E retornar com a mesma facilidade.
Simples assim.
Você já se perguntou como certas naves aparecem e desaparecem instantaneamente?
Como podem surgir no céu em linha reta e mudar de direção em ângulos impossíveis para qualquer tecnologia terrestre?
A resposta pode estar justamente nisso: eles não estão viajando dentro do nosso espaço — estão viajando fora dele.
Sob essa ótica, tudo muda.
A tecnologia dos extraterrestres não é só mais avançada — ela opera a partir de uma compreensão completamente diferente do universo.
Eles sobem, visualizam o espaço como um todo, e descem no ponto exato onde desejam estar.
Porque há urgência.
Vivemos um tempo de transição planetária, onde cada vez mais pessoas começam a despertar para verdades que foram ocultadas, negadas ou simplesmente esquecidas.
Esse conhecimento precisa ser compartilhado.
Estamos diante da possibilidade real de mudar nossa compreensão sobre a vida fora da Terra, sobre nosso papel no cosmos, e sobre como a consciência pode ser a verdadeira nave interdimensional.
Este artigo é apenas o começo.
Em breve, pretendo lançar um livro com base nesse insight que carrego há anos, revelando todos os detalhes dessa teoria e como ela pode transformar nossa forma de pensar o universo, a espiritualidade e o fenômeno UFO.
Se você sentiu algo diferente ao ler isso…
Se algo dentro de você reconheceu essa verdade...
Então você também está pronto para subir.
Renato Mota
Ufólogo, médium e pesquisador
Idealizador do curso de Ufologia Multidimensional
Elon Musk, CEO da SpaceX, voltou a causar controvérsia ao afirmar que "Marte ser...
→ Leia mais...A busca por vida além da Terra sempre fascinou a humanidade. Recentemente, o exo...
→ Leia mais...As sondas Voyager 1 e Voyager 2, lançadas pela NASA em 1977, são verdadeiras len...
→ Leia mais...